Por vezes, fechamos os olhos, e a nossa mente é invadida por inúmeras cenas, inúmeras pessoas. Outras, como hoje, fechamos os olhos, e uma única pessoa aparece, uma única conversa, um único sorriso. Estarás sempre na minha vida, não importa qual a fase... sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Fevereiro, 20
Por vezes, fechamos os olhos, e a nossa mente é invadida por inúmeras cenas, inúmeras pessoas. Outras, como hoje, fechamos os olhos, e uma única pessoa aparece, uma única conversa, um único sorriso. Estarás sempre na minha vida, não importa qual a fase... quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
!!Estreia!!
Foi um final de semana complicado, sem dúvida, mas momentos como estes, em que junto amigos e família, fazem-me esquecer o que menos importa!...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. Porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade, sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, mimados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Parabéns, Zá!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Este é para ti!
Amiga, se ela consegue fazer isto, tu também tens de aguentar mais uma segunda-feira! Força aí!
sábado, 17 de janeiro de 2009
Love of my life
Na semana anterior, um amor do passado fizera anos. Engraçado como algumas datas se colam na memória, mesmo que não seja essa a intenção... Assim como por anos e anos não se esqueceu do seu aniversário, inevitavelmente também não deixou de se lembrar dele. Ainda que fosse apenas uma vez por ano. Nos janeiros.
Neste, além do seu aniversário, o tempo trouxe uma conversa que tiveram logo no início do seu amor. Apenas uma hipótese de amor, que começava com promessas de ser eterno. E, por isso, ele estava preocupado em terem algum facto especial, que registasse a importância de se terem encontrado. Ela tinha 12, ele tinha 15.
Ele queria que o primeiro beijo dela tivesse sido dele. Mas ela já tinha beijado o Pedro, um rapazinho que lhe trazia flores do jardim da escola, um ano antes. Então, prometeram-se a primeira vez no sexo. Mas, como isso seria só no futuro - já que eram muito novos - ele decidiu que ainda assim teriam que ter um momento só deles.
Uma das coisas que tinham em comum era o gosto pela guitarra. Ela tentava aprender, e ele tocava. E, naquele dia, ensinou-lhe o refrão de uma música. E disse: "Esta será a nossa primeira música. Para não nos esquecermos deste momento, que precisamos guardar na memória”.
Ter boas recordações é uma maneira de ter fome. Ele não foi o seu primeiro beijo, nem foi com ele que fez amor pela primeira vez. Mas foi ele quem lhe ensinou a importância de guardar os bons momentos. Talvez seja por isso, que ela nunca se esquece do seu aniversário e de algumas das coisas boas do passado. A fome nunca acaba. Especialmente a dos momentos que precisamos guardar.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
No fundo...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Mar de memórias
Não gosto de remexer no passado, mas há marés na vida em que temos mesmo de o enfrentar, quanto mais não seja porque o passado é o único mapa que temos disponível para nos situarmos. O amanhã? O amanhã pode ser brisa ou tempestade. O futuro é o hoje e o agora; aquilo que se constrói neste momento.
Sempre dei as braçadas e os passos que achei serem os correctos num determinado contexto, por isso, raramente me arrependo do que “ficou para trás”.
Eras aquilo que eu julgava que fosses: o marido perfeito. Calmo, certinho, trabalhador e mais uns quantos atributos que eu tinha como suficientes para construir a minha arca de Noé. Escolhi a nossa casa, os nossos móveis, o nome do nosso filho… Nas épocas especiais, arranjava programas românticos a dois, decorava a árvore e a mesa para receber os familiares de ambos os lados na noite de Natal e festejava sempre os teus aniversários, ainda que me dissesses que não ligavas a “essas coisas”.
É verdade que eu tinha um casamento que, aos olhos de quem estava de fora, era o casamento ideal: um marido gentil que me fazia todas as vontades. O que quem estava de fora não sabia era que tu próprio não tinhas uma vontade e por isso era-te mais fácil deixares-te guiar. Assim, se as coisas algum dia dessem para o torto, como acabou por acontecer, sempre podias lavar dali as tuas mãos (que foi, aliás, o que virias a fazer). E o que quem estava de fora também não sabia era que eu poderia parecer ter tudo para ser feliz mas que, afinal, não tinha nada porque me faltava o básico: o teu esforço ou, pelo menos, o teu carinho e reconhecimento.
Quando se rema apenas para um lado, começa-se a andar em círculos e não se sai do mesmo sítio. E então, só nos restam duas alternativas: ou desistimos de remar e nos deixamos ir à deriva ou abandonamos o barco.
Não compreendo que, ainda hoje, não aceites o facto de eu ter decidido fazer-me ao mar em busca de terra firme. É que, afinal, não te afundaste e até arranjaste uma bóia a que te agarrar. E eu desejo, muito sinceramente, que mantenhas o rumo nessa tua nova vida. Mas sabes, a felicidade é uma rota que temos que tomar por nós próprios. Outras pessoas podem servir-nos de bússola mas somos NÓS que temos que enxergar o farol.
Eu continuo perto do mar (agora mais do que nunca). De vez em quando, a maré traz-me destroços do passado e também alguns troncos ocos que eu vou aproveitando para construir a minha canoa. Está quase pronta e o nosso filho, está a aprender a remar.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Por mais dura que a vida seja por vezes, por mais que tenhamos que tomar decisões na vida que não são fáceis, por mais que pensemos que não há mais nada de novo, por mais que o passado pese, por mais que pensemos que já nada nos irá surpreender, emocionar ou ter vontade de dar... em cada lugar por onde passo, há sempre alguém especial! E é isso que me dá força: saber que, por mais cansativa que a vida seja, ainda há coisas que não têm preço, que valem milhões e que me enchem a alma... como a beleza interior de um ser humano, como a simplicidade, como o sorriso, como a simples partilha... Como vocês! Parabéns, Amigos, pelos trinta anos de casamento!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Saudade...
... leve, saudade dolorosa, saudade do passado vivido, saudade do passado arrumado, saudade do que já não nos pertence, saudade do que já não nos pertence mas que não foi esquecido, saudade do futuro, saudade de nada nem ninguém, saudade de tudo e de todos, saudade dos sonhos sonhados, saudade dos sonhos conquistados, saudade dos sonhos guardados, saudade do tempo em as horas não passavam, saudade do tempo em que o tempo corria sem darmos conta, saudade da saudade...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Num Infantário perto de si!...
domingo, 21 de dezembro de 2008
Bolinha vermelha no canto superior direito do seu monitor
Os palavrões não nasceram por acaso! São recursos extremamente válidos e criativos, abastecem o nosso vocabulário de expressões que traduzem, com a maior fidelidade, os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a construir a sua língua. Tal como o Latim Vulgar, será este Português Vulgar que vingará, plenamente, um dia."Pa caralho!", por exemplo. Que expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pa caralho"? "Pa caralho" sugere o infinito, é quase uma expressão matemática. Ex: A via láctea tem estrelas pa caralho! O sol está quente pa caralho! O universo é antigo pa caralho! Eu gosto de cerveja pa caralho!
Dentro do género da expressão anterior, mas expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem que venhas cá com a língua!" É irretorquível e acaba com qualquer discussão. Liberta-nos, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse. Ex: O seu filho de dezoito anos massacra-o para que lhe empreste o carro para ir surfar para a Ericeira? Não perca tempo nem paciência! Solte um definitivo "Joãozinho, presta bem atenção, filho querido: Nem que venhas cá com a língua!" O puto vai direitinho para o centro comercial, ter com os amigos, e você pode voltar a deliciar-se com os Deolinda.
Por sua vez, o "Porra nenhuma!" encaixou, tão plenamente, nas situações em que o nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra declarados bluffs, que hoje é totalmente impensável que possamos viver sem ele no nosso quotidiano. Ex: Como podemos comentar a idiotice do nosso chefe sem soltar um " Ele sabe lá! Não sabe porra nenhuma!" ou então "Fez o relatório sozinho porra nenhuma!" O "Porra nenhuma!" dá-nos uma sensação de incrível bem estar interior. É como se estivessemos a fazer a tardia mas justa denúncia de um grandessíssimo canalha.
Existem outras expressões igualmente clássicas. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!" ou do seu derivado "Puta que o pariu!". Ditos assim, cadencialmente, sílaba por sílaba, diante de uma notícia irritante, qualquer uma delas nos coloca novamente nos eixos. Os nossos neurónios têm o tempo e o espaço devidos para se reorganizarem e podermos sacar a atitude certa para dar o merecido troco ou safarmo-nos de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do tão famoso "Vai levar no cú!" Já imaginou o bem que faz a si próprio, e aos seus, quando, passando o limite do suportável, se dirige ao antipático do seu interlocutor e lhe diz: "Chega! Vai levar no cú!"Pronto! Retoma as rédeas da sua vida, a sua auto-estima. Desabotoe o botão de cima da sua camisa e vá para a rua, sinta o vento nas suas faces, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de amor-próprio nos lábios.
Seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Tou fodido!" Não há resposta mais exacta, pungente, e arrasadora para uma situação que atingiu o maior grau imaginável de ameaçadora complicação. Expressão essa, que inclusivamente insere o seu autor num contexto interior de alerta e autodefesa. Ex: Vai a conduzir, embriagado, sem documentos do carro e sem carta de condução, em excesso de velocidade, e surge a sirene do carro da BT, que o manda parar. O que é que diz?
Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "Foda-se!" que essa pessoa diz. Não há nada mais libertador do que o conceito de "Foda-se!". Aumenta a nossa auto-estima, transforma-nos em pessoas melhores, reorganiza as coisas. Ex: "Não quer sair comigo? Então foda-se!" ou "Tem a certeza que é mesmo assim? Então foda-se!". O direito ao "Foda-se!" deveria estar salvaguardado na Constituição. Liberdade, Igualdade, Fraternidade e Foda-se!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
As maravilhas do Hi5

Realmente encontrei pessoas que já não via há muito tempo, ou melhor dizendo, encontrei as suas fotos, li os seus perfis, troquei mensagens, vasculhei os amigos desses amigos... porque, na verdade, continuo a não estar com eles.
Mas pensando bem, talvez não esteja a usufruir de todas as vantagens que o acesso ao Hi5 permite. Sim, poderia usufruir muito mais, dedicar-me muito mais, atirar-me de cabeça nesse mundo da tecnologia e buscar o amor da minha vida, a minha alma gémea, ou simplesmente arriscar conhecer um tipo só pelo que consta no seu Hi5. Foi o que fez o João (?), enviou uma mensagem com o seguinte texto:
"haa! bem, na verdade não sei bem o que dizer... a tua amiga , minha amiga, nossa amiga sandra resolveu apresentar-te através do teu hi5, fantastico estas coisas da tecnologia, até porque n tens hipotese de dizer não... devo tambem confessar que fiquei de imediato apaixonado! mas n sei porque... de um modo geral, acho que por tudo e por nada. fica o beijo."
Não vou comentar as fotos do João nem o seu perfil, não vou dizer que a Sandra não é minha amiga, porque eu nunca duvidei disso. Só posso dizer que este rapaz é um corajoso, um confiante, um destemido, um arrojado... Parabéns João... eu seria incapaz, garanto-te. Nem que fosse pelo receio de não obter uma resposta do outro lado... que é o que vai acontecer.
Quem sabe não nos encontraremos um dia... sem ser pelo Hi5... aí talvez seja outra coisa... talvez seja mais à minha maneira... porque isto do Hi5... não me excita... não me excita mesmo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Sou uma leitora compulsiva...
... porque é um dos meu refúgios. Porque é onde mergulho quando quero estar só e ao mesmo tempo acompanhada. Porque é onde me escondo, quando quero apenas ser espectadora. Porque me permite intervir só quando eu quiser. Porque sou eu que pinto o espaço e dou cara às personagens. Porque me faz viajar, sem sair do lugar. Porque conheço lugares diferentes, pessoas diferentes, histórias de vida diferentes, palavras diferentes, sentimentos diferentes... Porque permite organizar o pensamento e (re)escrever a nossa história... porque, no fundo, todos nós somos um livro... aberto ou fechado, mas um livro. Verdade?terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Tenho dito!
Para mim, que Deus não me oiça ou me perdoe (porque tudo o que critico me cai em cima cá com uma pinta) seria impossivel viver dessa forma com um homem quanto mais com uma mulher.
Hoje, uma amiga contava que uma amiga dela de 30 anos (leia-se TRINTA ANOS) lhe estava a cobrar porque ela não lhe ligava e não a visitava há já algum tempo... estava "chateada porque não tinha sido prioridade"...
Ora bem.. a essas personagens que para ai andam, eu só vos dou um conselho:
- Arranjar uma vida é sempre bom!!! Aprender a estar só também faz bem!!! Poucos amigos mas bons (a quantidade não é tudo), um grupinho de teatro ou fazer voluntariado... Ocupem o tempo meus caros... e não massacrem quem tem a vida ocupada!!!
Desabafo
Vemos muitas vezes pessoas arrependidas de não terem dito aquela pessoa o quanto gostaram dela...
Por incrível e pretencioso que pareça, há pessoas das quais me lembro quase todos os dias... é estranho eu sei... mas é a mais pura das verdades.
Por vezes até fico assustada com a forma como estão sempre tão presentes, embora tão longe fisicamente. Entram nos meus sonhos, ou o quotidiano, mesmo sem eu querer, remete-me para elas.
Não sou pessoa de grandes palavras, de grandes abraços, de grandes beijos, porque não gosto da vulgaridade, da banalidade. Quem me conhece, sabe. Gosto de coisas especiais, únicas, originais.
Espero que nunca nenhuma dessas pessoas tenha dúvidas do quanto é importante para mim, independentemente da duração da sua presença durante a minha existência.
E como não sei quando voltarei a ter oportunidade de mostrar ou dizer a estas pessoas o quanto me marcaram, aqui fica aquele abraço, aquele beijo, aquele obrigado:
O Rodrigo, os sorrisos do Rodrigo, os abraços do Rodrigo, os beijos do Rodrigo! Amá-lo-ei sempre!
A Marilina e as suas múltiplas personalidades! Consegue ser mãe, amiga, confidente e companheira!
O Fernando António que, com tudo o que de bom e de mau tem sermos tão parecidos, deixa saudades do tamanho do mundo!
A Maria Luísa, por sempre me ter feito sentir que eu era a sua Rosinha!
A Maria Amélia, a eterna comandante... se houver lado de lá, desgraçados!...
O Francisco José, que fez com que eu começasse a andar aos oito meses!
A Luísa e o Manel, não há salame nem tanque como o deles!
A Mariana e a Margarida, as amigas da primeira e segunda infâncias!
O Ricardo,a Susete, a Susana, são a prova de que não há longe nem distância!
A Inês, quase tão Gaivota quanto o Fernão Capelo!
O Miguel, o Sérgio e o Pedro, inesquecíveis!
Os Jorges e a Vilma, gandas malucos!
A Ana, a amiga silenciosa!
O João, anteriormente designado por marido, actual amigo!
O doutor João Malta, pelo seu conhecimento, disponibilidade, carinho e amizade! E pelo Rodrigo também!
A Paixão, por me ter ensinado a forma certa de lidar com a vida!
A Concorrência, o JC, a Cachorrita, o Rogério, o Zm, a Fátima, mantêm vivos valores em extinção! E dão-me música! E rio-me com eles!
O doutor Paulo Ravasqueira e a enfermeira São, pela persistência, insistência, presença, carinho e amizade!
Como me conheço suficientemente bem para saber que daqui a pouco vou soltar um palavrão, ao lembrar-me de alguém que deveria estar neste rol, reservo-me o direito de actualizar este post sempre que me der na real gana! Sabem como eu sou, não levem a mal....
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Eram três da madrugada...
... e eu acordada. Acordada por causa do café que bebi, por causa das coisas que não me saiem da cabeça mas, essencialmente... por tua causa.Acendi a luz mais de 3 vezes, procurei respostas nas paredes vazias do meu quarto e nada. Conseguiste quase levar-me à loucura.
Depois de várias soluções improvisadas, decidi ignorar-te, deixar-te só, à deriva, não permitir mais que interferisses no meu sono... e procurei tentar adormecer no sofá da sala que, não tem nada de confortável.
Quantas vezes preciso de dizer que, apesar de tudo, prefiro continuar a dormir sozinha?
Procura outra morada, outro corpo para te deliciares porque caso ainda lá estejas em casa quando chegar... não me vais escapar... ai não vais não.
Pu** de melga!!!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Estou com uma gripalhada daquelas!
Família...
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Veia poética
Talvez ler um livro, ou apenas olhar para o mar..."
misteriosalua, in Quartas-Feiras
terça-feira, 18 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Na ausência de paisagens, Claude Monet criou - à luz das suas necessidades - o seu próprio jardim, em Giverny, França, imortalizando-o depois em sua pintura.
Pintor ou jardineiro?
Toda a gente deveria construir o seu próprio jardim, procurar as suas cores, encontrar a sua própria paisagem. Na vida, todos nós temos nosso próprio “jardim”.
Ser pintor é fácil - quando só há cores vazias.
Difícil mesmo é ter coragem e disposição para ser jardineiro.
Um bom fim de semana, e boa jardinagem! ;)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Gosto de pessoas intensas. Daquelas que colocam os seus desejos na montra e se deixam à mostra. Pessoas de personalidade forte, de opinião própria - especialmente se for contrária à minha, é garantia de um bom debate. Gosto de idéias. Gosto de gente que tem a mente a fervilhar. Que não tem medo de viver nem de se mostrar. Gosto de gente que entende as minhas raões, porque é a partir delas que construo os meus valores. Tudo isso me atrai intensamente.
Não gosto de gente antiquada. Que segue o guião. Políticamente correcta. Tudo isso me soa a falso. Mas, que não se faça confusão. Não gosto dos que se fazem de malucos ou que justificam as suas fraquezas em nome do que quer que seja. As pessoas têm de ser elegantes. Não vulgares. Não incorrectas com os valores humanitários. Essas não me seduzem.
Já me disseram muitas vezes que as pessoas são luz e sombra, dia e noite, bem e mal. Gosto dessa mistura.
E prefiro aquelas discretamente inteligentes. Não as verborrágicas que vomitam uma falsa cultura. Gosto das que têm vontade de aprender. Mostram-se verdadeiramente inteligentes e humildes.
Desconfio das que dizem que não são preconceituosas. Isso é, no mínimo, estranho. Somos "moldados" em caixinhas, rotulados. Eu tenho vários preconceitos. Sei de todos eles. Convivo com eles. Não me deixo é dominar por eles. Não ofendo as pessoas. Mas não me misturo com quem não me agrada.
Gosto de quem reconhece os seus erros, os seus medos, as suas inseguranças. Gosto de gente que vê a beleza das coisas, que é capaz de um carinho.
Gosto de gente que, antes de qualquer coisa, deseja. Porque é do desejo que, verdadeiramente, se constroi qualquer coisa. Não gosto de coisas efémeras, que apenas duram um instante. As melhores sensações são aquelas que lentamente se provam. As melhores conversas, as melhores gargalhadas, os melhores beijos, as melhores conquistas são aquelas vagarosamente desejadas.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
É comum as pessoas falarem: "Fulana é muito rodada."
Mas, vocês sabem de onde vem o termo?
Os cientistas determinaram que uma coisa-e-tal, dura aproximadamente 9 minutos. O cálculo médio é de 60 idas-e-voltas por minuto, o que indica que o coiso-e-tal consiste em 540 idas-e-voltas.
Supondo que o dito-cujo tem, em média, 15 centímetros, significa que a mulher recebe, em média, 8.100 centímetros de dito-cujo, ou seja, 81 metros a cada coisa-e-tal. Segundo a média mundial, as mulheres coisam-e-tal 2,3 vezes por semana e, como o ano tem 52 semanas, então seriam aproximadamente 120 coisas-e-tais por ano. Isto quer dizer que a mulher recebe 9.720 metros de dito-cujo por ano, ou o equivalente a quase 10km por ano.
A 10km por ano, uma garota de 25 anos, que teve a sua vida de coiso-e-tal iniciada, em média, aos 17 anos, já rodou 25-17= 8anos X 10Km = 80km!!!
Portanto, agora, podemos apresentar a mulherada da seguinte maneira: "Alberto, esta é a Maria. Tem 25 anos, mas tá novinha!!!... Só rodou uns 55 km!!! Tá inteira, muito bem conservada. É como se fosse ano 77, modelo 79!!!"
Sugiro que repasse estas informações a suas amigas, que certamente não resistirão a argumentação tão singela, caso não tenham alcançado a kilometragem-padrão.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Descubra a palavra!
(voltarei dentro de dias, para saber as vossas opiniões!)
Foi com prazer que NÃO vi a palavra AMIGO nos vossos comentários!
Bem hajam por isso!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Imagina...
Levantas-te, sentindo um leve desconforto numa parte da anatomia da qual não gostamos nem de nos lembrar, porque quando nos lembramos, é mau sinal!!! Como não sei que nome posso usar, para a descrever sem perder a classe, vou apenas dizer que é a parte final do aparelho digestivo, a saídeira, aquela parte que tem uma pregas (se é que ainda tem)...
Pois é!... Acordas com a pecinha em chamas!... O leve desconforto era, na realidade, a suave sensação de que alguém lhe estava a apontar um isqueiro aceso... Uma delícia!
Pensas em como vais fazer para trabalhar, já que o teu trabalho exige que fiques muitas horas sentada (e a ser massacrada!)... É que nem te consegues sentar, e para massacre, já chega aquela dor absurda!...
Boa tentativa, mas não aguentas! Acabas por contar a uma colega a situação, pedindo-lhe que tente marcar uma consulta o mais rápido possível, enquanto vais falar com a Júlia de Matos... Uma delicada e estimulante conversa sobre o porquê de precisares de sair! Por conhecer bem de perto o tal problema, e após ter-te recomendado uns comprimidos-maravilha, não coloca qualquer objecção a que saias mais cedo.
Voltas à tua sala, toda contente por ainda não ter sido desta que morreste de vergonha, e dás com a tua colega a contar a meio mundo a tua enfermidade! O melhor que tens a fazer é mesmo rir-te um bocadinho, mandar uma ou duas piadas e correr dali para fora!
sábado, 20 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sozinha no palácio chorava e chorava. Não queria saber de bonecas, não queria saber de brinquedos. Queria uma amiga para gostar.
De noite o rei ouviu os soluços da filha. De que adianta a coroa se a filha da gente chora à noite? Decidiu acabar com a tristeza. Chamou o vidraceiro, chamou o moldureiro. E em segredo mandou fazer o maior espelho do reino. E em silêncio mandou colocar o espelho ao pé da cama da filha que dormia.
Quando a princesa acordou, já não estava sozinha. Uma menina linda e única olhava surpresa para ela, os cabelos ainda desfeitos do sono. Rápido chegaram perto e ficaram se encontrando. Uma sorriu e deu bom-dia. A outra deu bom-dia sorrindo.
-Engraçado-pensou uma-, a outra é canhota.
E riram as duas.
Riram muito depois. Felizes juntas, felizes iguais.
A brincadeira de uma era a graça da outra. O salto de uma era o pulo da outra. E quando uma estava cansada, a outra dormia.
O rei, encantado com tanta alegria, mandou fazer brinquedos novos, que entregou à filha numa cesta. Bichos, bonecas, casinhas, e uma bola de ouro. A bola no fundo da cesta. Porém tão brilhante, que foi o primeiro brinquedo que escolheram.
Rolaram com ela no tapete, lançaram na cama, atiraram para o alto. Mas quando a princesa resolveu jogá-la nas mãos da amiga, a bola estilhaçou o jogo e amizade.
Uma Moldura vazia, cacos de espelho no chão.
in Uma idéia toda azul, Marina Colassanti
Não somos cópias perfeitas, não vivemos no mesmo quarto, não copiamos os nossos gestos, não estamos sempre em frente uma da outra... mas nunca nos afastamos o suficiente para deixar a outra sozinha!
Beijos, Querida!
terça-feira, 2 de setembro de 2008

É assim que, às vezes, me sinto. Embora não me sobre praticamente um fim de semana sem ter qualquer coisa para fazer, não fiz absolutamente NADA. E assim, fiquei a pensar, afinal, o que é o nada? Acho que nos equivocamos com o sentido real dessa palavrinha. Deixar de fazer alguma coisa pode ser muito mais construtivo do que ocupar o tempo com um monte de coisas que não acrescentam, não adicionam… nada!
Não parece estúpido passarmos a vida como uma garrafa? Uma vez li, não me lembro onde, que há gente que nasce para ser garrafa e outras nascem para ser golfinho. As garrafas vagueiam pelo mar, à deriva… indo conforme determinam as ondas. Ora calmas, ora agitadas… elas vão e voltam. Já os golfinhos não. Por mais fortes que sejam as ondas, eles saltam, pulam, driblam… e não se deixam levar! Vão para onde e como querem. Talvez, por isso, pareçam estar sempre sorrindo… maybe…
Nunca estive tão garrafa na vida! E tudo indica que permanecerei assim por um bom bocado. Sinto que estou a ser cada vez mais sufocada por esse estado. Falta ar. Admiro quem consegue ser golfinho.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Certezas - Mário Quintana
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas de que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM. Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades, às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

















