quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

No fundo...

... bem lá no fundo... no fundinho... eu acho sempre que as pessoas são boas, que qualquer acto menos agrádavel não foi intencional. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu acredito na essência. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu acredito no que se viveu, no que se falou, no que se partilhou, no que se deu e recebeu. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu acredito na amizade. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu acredito no amor. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu acredito na mudança. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu nunca deixo de ter fé. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... eu dou sempre o benefício da dúvida. No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... o que me doi não são os outros... No fundo... bem lá no fundo... no fundinho... o que me doi é descobrir vezes sem conta que tudo em que acredito não existe.

2 comentários:

A CONCORRÊNCIA disse...

Como tu bem sabes sublinho e assino por baixo. Mas deixa lá nós somos felizes assim, né Amiga ? as eternas parvas ... e o pior de tudo é que somos parvas mas não somos estúpidas ... as parvas que sabem que o são, e mesmo assim o continuam a ser. As parvas que adoram ser parvas, uma espécie em vias de extinção !

Cravo a Canela disse...

Deixa lá, Patricia, antes assim. Farto estou eu de todas as pessoas que acham que tudo o que se faz de mal é premeditado e para magoar. Vivemos em tempos de tolerância zero.

Beso.