Um baloiço de cordas
Amarrado naquela àrvore...
Hum!.. Coisas do meu pai...
Hoje, duas saudades:
As mãos do meu pai a empurrarem-me
E a leveza do meu sorriso...
Sorriso de criança apaixonada pelo pai...
Pelo pai que deve estar por aí
A empurrar algum anjo
Num baloiço de cordas de nuvem
Amarradas nas pontinhas de alguma estrela....
Saudades, pai!!!
(... e a culpa é tua, Poeta!...)