quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Por mais dura que a vida seja por vezes, por mais que tenhamos que tomar decisões na vida que não são fáceis, por mais que pensemos que não há mais nada de novo, por mais que o passado pese, por mais que pensemos que já nada nos irá surpreender, emocionar ou ter vontade de dar... em cada lugar por onde passo, há sempre alguém especial! E é isso que me dá força: saber que, por mais cansativa que a vida seja, ainda há coisas que não têm preço, que valem milhões e que me enchem a alma... como a beleza interior de um ser humano, como a simplicidade, como o sorriso, como a simples partilha... Como vocês! Parabéns, Amigos, pelos trinta anos de casamento!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Saudade...
... leve, saudade dolorosa, saudade do passado vivido, saudade do passado arrumado, saudade do que já não nos pertence, saudade do que já não nos pertence mas que não foi esquecido, saudade do futuro, saudade de nada nem ninguém, saudade de tudo e de todos, saudade dos sonhos sonhados, saudade dos sonhos conquistados, saudade dos sonhos guardados, saudade do tempo em as horas não passavam, saudade do tempo em que o tempo corria sem darmos conta, saudade da saudade...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Num Infantário perto de si!...
domingo, 21 de dezembro de 2008
Bolinha vermelha no canto superior direito do seu monitor
Os palavrões não nasceram por acaso! São recursos extremamente válidos e criativos, abastecem o nosso vocabulário de expressões que traduzem, com a maior fidelidade, os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a construir a sua língua. Tal como o Latim Vulgar, será este Português Vulgar que vingará, plenamente, um dia."Pa caralho!", por exemplo. Que expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pa caralho"? "Pa caralho" sugere o infinito, é quase uma expressão matemática. Ex: A via láctea tem estrelas pa caralho! O sol está quente pa caralho! O universo é antigo pa caralho! Eu gosto de cerveja pa caralho!
Dentro do género da expressão anterior, mas expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem que venhas cá com a língua!" É irretorquível e acaba com qualquer discussão. Liberta-nos, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse. Ex: O seu filho de dezoito anos massacra-o para que lhe empreste o carro para ir surfar para a Ericeira? Não perca tempo nem paciência! Solte um definitivo "Joãozinho, presta bem atenção, filho querido: Nem que venhas cá com a língua!" O puto vai direitinho para o centro comercial, ter com os amigos, e você pode voltar a deliciar-se com os Deolinda.
Por sua vez, o "Porra nenhuma!" encaixou, tão plenamente, nas situações em que o nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra declarados bluffs, que hoje é totalmente impensável que possamos viver sem ele no nosso quotidiano. Ex: Como podemos comentar a idiotice do nosso chefe sem soltar um " Ele sabe lá! Não sabe porra nenhuma!" ou então "Fez o relatório sozinho porra nenhuma!" O "Porra nenhuma!" dá-nos uma sensação de incrível bem estar interior. É como se estivessemos a fazer a tardia mas justa denúncia de um grandessíssimo canalha.
Existem outras expressões igualmente clássicas. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!" ou do seu derivado "Puta que o pariu!". Ditos assim, cadencialmente, sílaba por sílaba, diante de uma notícia irritante, qualquer uma delas nos coloca novamente nos eixos. Os nossos neurónios têm o tempo e o espaço devidos para se reorganizarem e podermos sacar a atitude certa para dar o merecido troco ou safarmo-nos de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do tão famoso "Vai levar no cú!" Já imaginou o bem que faz a si próprio, e aos seus, quando, passando o limite do suportável, se dirige ao antipático do seu interlocutor e lhe diz: "Chega! Vai levar no cú!"Pronto! Retoma as rédeas da sua vida, a sua auto-estima. Desabotoe o botão de cima da sua camisa e vá para a rua, sinta o vento nas suas faces, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de amor-próprio nos lábios.
Seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Tou fodido!" Não há resposta mais exacta, pungente, e arrasadora para uma situação que atingiu o maior grau imaginável de ameaçadora complicação. Expressão essa, que inclusivamente insere o seu autor num contexto interior de alerta e autodefesa. Ex: Vai a conduzir, embriagado, sem documentos do carro e sem carta de condução, em excesso de velocidade, e surge a sirene do carro da BT, que o manda parar. O que é que diz?
Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "Foda-se!" que essa pessoa diz. Não há nada mais libertador do que o conceito de "Foda-se!". Aumenta a nossa auto-estima, transforma-nos em pessoas melhores, reorganiza as coisas. Ex: "Não quer sair comigo? Então foda-se!" ou "Tem a certeza que é mesmo assim? Então foda-se!". O direito ao "Foda-se!" deveria estar salvaguardado na Constituição. Liberdade, Igualdade, Fraternidade e Foda-se!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
As maravilhas do Hi5

Realmente encontrei pessoas que já não via há muito tempo, ou melhor dizendo, encontrei as suas fotos, li os seus perfis, troquei mensagens, vasculhei os amigos desses amigos... porque, na verdade, continuo a não estar com eles.
Mas pensando bem, talvez não esteja a usufruir de todas as vantagens que o acesso ao Hi5 permite. Sim, poderia usufruir muito mais, dedicar-me muito mais, atirar-me de cabeça nesse mundo da tecnologia e buscar o amor da minha vida, a minha alma gémea, ou simplesmente arriscar conhecer um tipo só pelo que consta no seu Hi5. Foi o que fez o João (?), enviou uma mensagem com o seguinte texto:
"haa! bem, na verdade não sei bem o que dizer... a tua amiga , minha amiga, nossa amiga sandra resolveu apresentar-te através do teu hi5, fantastico estas coisas da tecnologia, até porque n tens hipotese de dizer não... devo tambem confessar que fiquei de imediato apaixonado! mas n sei porque... de um modo geral, acho que por tudo e por nada. fica o beijo."
Não vou comentar as fotos do João nem o seu perfil, não vou dizer que a Sandra não é minha amiga, porque eu nunca duvidei disso. Só posso dizer que este rapaz é um corajoso, um confiante, um destemido, um arrojado... Parabéns João... eu seria incapaz, garanto-te. Nem que fosse pelo receio de não obter uma resposta do outro lado... que é o que vai acontecer.
Quem sabe não nos encontraremos um dia... sem ser pelo Hi5... aí talvez seja outra coisa... talvez seja mais à minha maneira... porque isto do Hi5... não me excita... não me excita mesmo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Sou uma leitora compulsiva...
... porque é um dos meu refúgios. Porque é onde mergulho quando quero estar só e ao mesmo tempo acompanhada. Porque é onde me escondo, quando quero apenas ser espectadora. Porque me permite intervir só quando eu quiser. Porque sou eu que pinto o espaço e dou cara às personagens. Porque me faz viajar, sem sair do lugar. Porque conheço lugares diferentes, pessoas diferentes, histórias de vida diferentes, palavras diferentes, sentimentos diferentes... Porque permite organizar o pensamento e (re)escrever a nossa história... porque, no fundo, todos nós somos um livro... aberto ou fechado, mas um livro. Verdade?terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Tenho dito!
Para mim, que Deus não me oiça ou me perdoe (porque tudo o que critico me cai em cima cá com uma pinta) seria impossivel viver dessa forma com um homem quanto mais com uma mulher.
Hoje, uma amiga contava que uma amiga dela de 30 anos (leia-se TRINTA ANOS) lhe estava a cobrar porque ela não lhe ligava e não a visitava há já algum tempo... estava "chateada porque não tinha sido prioridade"...
Ora bem.. a essas personagens que para ai andam, eu só vos dou um conselho:
- Arranjar uma vida é sempre bom!!! Aprender a estar só também faz bem!!! Poucos amigos mas bons (a quantidade não é tudo), um grupinho de teatro ou fazer voluntariado... Ocupem o tempo meus caros... e não massacrem quem tem a vida ocupada!!!
Desabafo
Vemos muitas vezes pessoas arrependidas de não terem dito aquela pessoa o quanto gostaram dela...
Por incrível e pretencioso que pareça, há pessoas das quais me lembro quase todos os dias... é estranho eu sei... mas é a mais pura das verdades.
Por vezes até fico assustada com a forma como estão sempre tão presentes, embora tão longe fisicamente. Entram nos meus sonhos, ou o quotidiano, mesmo sem eu querer, remete-me para elas.
Não sou pessoa de grandes palavras, de grandes abraços, de grandes beijos, porque não gosto da vulgaridade, da banalidade. Quem me conhece, sabe. Gosto de coisas especiais, únicas, originais.
Espero que nunca nenhuma dessas pessoas tenha dúvidas do quanto é importante para mim, independentemente da duração da sua presença durante a minha existência.
E como não sei quando voltarei a ter oportunidade de mostrar ou dizer a estas pessoas o quanto me marcaram, aqui fica aquele abraço, aquele beijo, aquele obrigado:
O Rodrigo, os sorrisos do Rodrigo, os abraços do Rodrigo, os beijos do Rodrigo! Amá-lo-ei sempre!
A Marilina e as suas múltiplas personalidades! Consegue ser mãe, amiga, confidente e companheira!
O Fernando António que, com tudo o que de bom e de mau tem sermos tão parecidos, deixa saudades do tamanho do mundo!
A Maria Luísa, por sempre me ter feito sentir que eu era a sua Rosinha!
A Maria Amélia, a eterna comandante... se houver lado de lá, desgraçados!...
O Francisco José, que fez com que eu começasse a andar aos oito meses!
A Luísa e o Manel, não há salame nem tanque como o deles!
A Mariana e a Margarida, as amigas da primeira e segunda infâncias!
O Ricardo,a Susete, a Susana, são a prova de que não há longe nem distância!
A Inês, quase tão Gaivota quanto o Fernão Capelo!
O Miguel, o Sérgio e o Pedro, inesquecíveis!
Os Jorges e a Vilma, gandas malucos!
A Ana, a amiga silenciosa!
O João, anteriormente designado por marido, actual amigo!
O doutor João Malta, pelo seu conhecimento, disponibilidade, carinho e amizade! E pelo Rodrigo também!
A Paixão, por me ter ensinado a forma certa de lidar com a vida!
A Concorrência, o JC, a Cachorrita, o Rogério, o Zm, a Fátima, mantêm vivos valores em extinção! E dão-me música! E rio-me com eles!
O doutor Paulo Ravasqueira e a enfermeira São, pela persistência, insistência, presença, carinho e amizade!
Como me conheço suficientemente bem para saber que daqui a pouco vou soltar um palavrão, ao lembrar-me de alguém que deveria estar neste rol, reservo-me o direito de actualizar este post sempre que me der na real gana! Sabem como eu sou, não levem a mal....
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Eram três da madrugada...
... e eu acordada. Acordada por causa do café que bebi, por causa das coisas que não me saiem da cabeça mas, essencialmente... por tua causa.Acendi a luz mais de 3 vezes, procurei respostas nas paredes vazias do meu quarto e nada. Conseguiste quase levar-me à loucura.
Depois de várias soluções improvisadas, decidi ignorar-te, deixar-te só, à deriva, não permitir mais que interferisses no meu sono... e procurei tentar adormecer no sofá da sala que, não tem nada de confortável.
Quantas vezes preciso de dizer que, apesar de tudo, prefiro continuar a dormir sozinha?
Procura outra morada, outro corpo para te deliciares porque caso ainda lá estejas em casa quando chegar... não me vais escapar... ai não vais não.
Pu** de melga!!!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Estou com uma gripalhada daquelas!
Família...
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Veia poética
Talvez ler um livro, ou apenas olhar para o mar..."
misteriosalua, in Quartas-Feiras
terça-feira, 18 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Na ausência de paisagens, Claude Monet criou - à luz das suas necessidades - o seu próprio jardim, em Giverny, França, imortalizando-o depois em sua pintura.
Pintor ou jardineiro?
Toda a gente deveria construir o seu próprio jardim, procurar as suas cores, encontrar a sua própria paisagem. Na vida, todos nós temos nosso próprio “jardim”.
Ser pintor é fácil - quando só há cores vazias.
Difícil mesmo é ter coragem e disposição para ser jardineiro.
Um bom fim de semana, e boa jardinagem! ;)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Gosto de pessoas intensas. Daquelas que colocam os seus desejos na montra e se deixam à mostra. Pessoas de personalidade forte, de opinião própria - especialmente se for contrária à minha, é garantia de um bom debate. Gosto de idéias. Gosto de gente que tem a mente a fervilhar. Que não tem medo de viver nem de se mostrar. Gosto de gente que entende as minhas raões, porque é a partir delas que construo os meus valores. Tudo isso me atrai intensamente.
Não gosto de gente antiquada. Que segue o guião. Políticamente correcta. Tudo isso me soa a falso. Mas, que não se faça confusão. Não gosto dos que se fazem de malucos ou que justificam as suas fraquezas em nome do que quer que seja. As pessoas têm de ser elegantes. Não vulgares. Não incorrectas com os valores humanitários. Essas não me seduzem.
Já me disseram muitas vezes que as pessoas são luz e sombra, dia e noite, bem e mal. Gosto dessa mistura.
E prefiro aquelas discretamente inteligentes. Não as verborrágicas que vomitam uma falsa cultura. Gosto das que têm vontade de aprender. Mostram-se verdadeiramente inteligentes e humildes.
Desconfio das que dizem que não são preconceituosas. Isso é, no mínimo, estranho. Somos "moldados" em caixinhas, rotulados. Eu tenho vários preconceitos. Sei de todos eles. Convivo com eles. Não me deixo é dominar por eles. Não ofendo as pessoas. Mas não me misturo com quem não me agrada.
Gosto de quem reconhece os seus erros, os seus medos, as suas inseguranças. Gosto de gente que vê a beleza das coisas, que é capaz de um carinho.
Gosto de gente que, antes de qualquer coisa, deseja. Porque é do desejo que, verdadeiramente, se constroi qualquer coisa. Não gosto de coisas efémeras, que apenas duram um instante. As melhores sensações são aquelas que lentamente se provam. As melhores conversas, as melhores gargalhadas, os melhores beijos, as melhores conquistas são aquelas vagarosamente desejadas.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
É comum as pessoas falarem: "Fulana é muito rodada."
Mas, vocês sabem de onde vem o termo?
Os cientistas determinaram que uma coisa-e-tal, dura aproximadamente 9 minutos. O cálculo médio é de 60 idas-e-voltas por minuto, o que indica que o coiso-e-tal consiste em 540 idas-e-voltas.
Supondo que o dito-cujo tem, em média, 15 centímetros, significa que a mulher recebe, em média, 8.100 centímetros de dito-cujo, ou seja, 81 metros a cada coisa-e-tal. Segundo a média mundial, as mulheres coisam-e-tal 2,3 vezes por semana e, como o ano tem 52 semanas, então seriam aproximadamente 120 coisas-e-tais por ano. Isto quer dizer que a mulher recebe 9.720 metros de dito-cujo por ano, ou o equivalente a quase 10km por ano.
A 10km por ano, uma garota de 25 anos, que teve a sua vida de coiso-e-tal iniciada, em média, aos 17 anos, já rodou 25-17= 8anos X 10Km = 80km!!!
Portanto, agora, podemos apresentar a mulherada da seguinte maneira: "Alberto, esta é a Maria. Tem 25 anos, mas tá novinha!!!... Só rodou uns 55 km!!! Tá inteira, muito bem conservada. É como se fosse ano 77, modelo 79!!!"
Sugiro que repasse estas informações a suas amigas, que certamente não resistirão a argumentação tão singela, caso não tenham alcançado a kilometragem-padrão.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Descubra a palavra!
(voltarei dentro de dias, para saber as vossas opiniões!)
Foi com prazer que NÃO vi a palavra AMIGO nos vossos comentários!
Bem hajam por isso!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Imagina...
Levantas-te, sentindo um leve desconforto numa parte da anatomia da qual não gostamos nem de nos lembrar, porque quando nos lembramos, é mau sinal!!! Como não sei que nome posso usar, para a descrever sem perder a classe, vou apenas dizer que é a parte final do aparelho digestivo, a saídeira, aquela parte que tem uma pregas (se é que ainda tem)...
Pois é!... Acordas com a pecinha em chamas!... O leve desconforto era, na realidade, a suave sensação de que alguém lhe estava a apontar um isqueiro aceso... Uma delícia!
Pensas em como vais fazer para trabalhar, já que o teu trabalho exige que fiques muitas horas sentada (e a ser massacrada!)... É que nem te consegues sentar, e para massacre, já chega aquela dor absurda!...
Boa tentativa, mas não aguentas! Acabas por contar a uma colega a situação, pedindo-lhe que tente marcar uma consulta o mais rápido possível, enquanto vais falar com a Júlia de Matos... Uma delicada e estimulante conversa sobre o porquê de precisares de sair! Por conhecer bem de perto o tal problema, e após ter-te recomendado uns comprimidos-maravilha, não coloca qualquer objecção a que saias mais cedo.
Voltas à tua sala, toda contente por ainda não ter sido desta que morreste de vergonha, e dás com a tua colega a contar a meio mundo a tua enfermidade! O melhor que tens a fazer é mesmo rir-te um bocadinho, mandar uma ou duas piadas e correr dali para fora!
sábado, 20 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sozinha no palácio chorava e chorava. Não queria saber de bonecas, não queria saber de brinquedos. Queria uma amiga para gostar.
De noite o rei ouviu os soluços da filha. De que adianta a coroa se a filha da gente chora à noite? Decidiu acabar com a tristeza. Chamou o vidraceiro, chamou o moldureiro. E em segredo mandou fazer o maior espelho do reino. E em silêncio mandou colocar o espelho ao pé da cama da filha que dormia.
Quando a princesa acordou, já não estava sozinha. Uma menina linda e única olhava surpresa para ela, os cabelos ainda desfeitos do sono. Rápido chegaram perto e ficaram se encontrando. Uma sorriu e deu bom-dia. A outra deu bom-dia sorrindo.
-Engraçado-pensou uma-, a outra é canhota.
E riram as duas.
Riram muito depois. Felizes juntas, felizes iguais.
A brincadeira de uma era a graça da outra. O salto de uma era o pulo da outra. E quando uma estava cansada, a outra dormia.
O rei, encantado com tanta alegria, mandou fazer brinquedos novos, que entregou à filha numa cesta. Bichos, bonecas, casinhas, e uma bola de ouro. A bola no fundo da cesta. Porém tão brilhante, que foi o primeiro brinquedo que escolheram.
Rolaram com ela no tapete, lançaram na cama, atiraram para o alto. Mas quando a princesa resolveu jogá-la nas mãos da amiga, a bola estilhaçou o jogo e amizade.
Uma Moldura vazia, cacos de espelho no chão.
in Uma idéia toda azul, Marina Colassanti
Não somos cópias perfeitas, não vivemos no mesmo quarto, não copiamos os nossos gestos, não estamos sempre em frente uma da outra... mas nunca nos afastamos o suficiente para deixar a outra sozinha!
Beijos, Querida!
terça-feira, 2 de setembro de 2008

É assim que, às vezes, me sinto. Embora não me sobre praticamente um fim de semana sem ter qualquer coisa para fazer, não fiz absolutamente NADA. E assim, fiquei a pensar, afinal, o que é o nada? Acho que nos equivocamos com o sentido real dessa palavrinha. Deixar de fazer alguma coisa pode ser muito mais construtivo do que ocupar o tempo com um monte de coisas que não acrescentam, não adicionam… nada!
Não parece estúpido passarmos a vida como uma garrafa? Uma vez li, não me lembro onde, que há gente que nasce para ser garrafa e outras nascem para ser golfinho. As garrafas vagueiam pelo mar, à deriva… indo conforme determinam as ondas. Ora calmas, ora agitadas… elas vão e voltam. Já os golfinhos não. Por mais fortes que sejam as ondas, eles saltam, pulam, driblam… e não se deixam levar! Vão para onde e como querem. Talvez, por isso, pareçam estar sempre sorrindo… maybe…
Nunca estive tão garrafa na vida! E tudo indica que permanecerei assim por um bom bocado. Sinto que estou a ser cada vez mais sufocada por esse estado. Falta ar. Admiro quem consegue ser golfinho.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Certezas - Mário Quintana
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas de que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM. Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades, às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Hoje é o dia em que ponho o de ontem na caixinha de recordações que magoam.
Porque não tenho que me sentir como querem que me sinta.
Porque não fiz nada que justifique sentir-me assim.
Se eu pudesse fazer o tempo recuar dois anos e influenciar o rumo dos acontecimentos, claro que o faria. Mas não posso.
Se eu pudesse fazer o tempo recuar oito meses e influenciar o rumo dos acontecimentos, não o faria.
Abandonei um casamento por não ser plenamente feliz e achar que o merecia ser. Encontrei uma pessoa que me fez ver que estava certa. Devo-lhe essa validação e a descoberta do muito de que sou capaz se a isso me propuser.
Acreditamos ambos ser possível sermos felizes juntos. Não foi.
Custou muito a aceitar, mas aceitei. Custou muito a passar por cima, mas passei.
Com ele, fui participando, sem participar, neste grupo de amigos. Com ele, vieram mais pessoas, com quem, com o passar do tempo, fui amizando.
Quando ele me fechou a porta, se calhar, eu deveria tê-la fechado também. Não fui capaz. Vocês já estavam deste lado.
Devia ter-vos contado isto?
Não. Posso contar-vos tudo, menos a vida privada do vosso amigo.
Menti-vos?
Menti. Menti acerca da forma como apareci. Para não expor ninguém. Apenas e só.
Usei-vos?
Nunca. Por razão alguma.
Tentei aproximar-me dele por estarmos rodeados pelas mesmas pessoas?
Nunca. Muito pelo contrário.
Foi pêra-doce?
Não. Ver a pessoa que desejamos e não lhe podermos tocar, não é pêra-doce. Ter de ter cuidado com o que digo, para não revelar mais do que seria normal eu saber, não é pêra-doce. Ouvir aquela música, não é pêra-doce.
Tive consciência de estar a magoar alguém?
Tive. Por isso desisti de lutar por um futuro a quatro. Depois disso, foi-me dito que não. Que após termos terminado, deixou de haver razões para magoar alguém. Ainda há cerca de quinze dias me disseram que estava tudo bem. E eu acreditei. O futuro a mais de quatro estava assegurado.
Se eu pudesse fazer o tempo recuar uma semana e influenciar o rumo dos acontecimentos, não o faria.
Porque, como vocês, também acredito que nenhum mentiroso tem uma memória suficientemente boa para ser um mentiroso de êxito, e fico contente por não ter de voltar a ter cuidado com o que digo.
E porque eu continuo a acreditar na genuidade e na frontalidade, aqui vai:
Isabel, ainda bem que és o poço de emotividade que és! Se não fosses assim, possivelmente hoje ainda andaria a fazer figura de parva... Obrigado, amiga.
João, adorei ouvir-te dizer que "ontem chamei-te uma série de nomes feios, mas hoje já não." Obrigado, amigo.
Zé Manel, eu não deveria ter questionado o teu modo de ser ou de estar na vida. És o que mostras ser. Obrigado, amigo.
Equacionei não permitir os comentários a este post, mas depois lembrei-me do erro que cometi ao assumir determinadas coisas.
Deixo-os abertos.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Ivete Sangalo
Ontem disse a um amigo que sou mais do género de ciclones e trombas de àgua... mas deste tipo!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Tinha uns 7, 8 anos de idade e era a primeira vez que ia sozinha a uma festa. De aniversário, é claro, de um amigo ou amiga (não me lembro). E, eu tímida, sim, tímida… fiquei quietinha num canto, observando aquele desfile de figuras, quase todas mais velhas, que circulavam no auge de quase uma década de vida….! Dez anos! Com meus sete, oito…. sentia-me uma pateta no meio de tanta imponência.
Estava tudo muito divertido enquanto era apenas um vulto no meio dos outros. Assim, podia observar sem ser observada. Há diversão melhor? Engano… Por mais que desejemos ser vultos, há sempre quem ame as sombras. E começou a música… E, os “cavalheiros” convidavam as “damas” para dançar… uma música lenta… Eu, só observava… Achava que estava imune, invísivel aos olhares, às outras crianças…
- Queres dançar?
- Hã?
- Queres dançar?
- Quê?
- Queres dançar?
- Não estou a ouvir… o que disseste?
- Nada.
Dois tímidos. Eu fingi não ouvir o convite por vergonha e medo de aceitar. Ele fingiu não ter convidado por vergonha e medo de ser recusado. Resumo: Não dançamos.
Engraçado que essa história sempre me vem à mente. É como se alguma coisa ali, que dependesse daquela dança, mudasse o rumo das coisas. Não me lembro do nome do garoto, da sua fisionomia, da música que tocava, e sequer quem era o aniversariante… mas, não me esqueço da sensação - de pavor e satisfação - de ter alguém, ali, deslumbrado com nossa existência.
Não aconteceu. Nossa dança não houve. Lembro-me também da sensação, quase de arrependimento de não ter aceite imediatamente o convite. De pensar que “e se eu tivesse ido”… ou “o que teria mudado”… ou, o que uma simples dança de crianças pode mudar na vida de alguém? Nada? Muita coisa? Tudo?
Hoje, ao ler o texto abaixo, lembrei-me dessa história novamente. Não com a idéia de arrependimento. Não há a angústia. Não foi isso que ficou. Mas, sim, a pergunta… e se….? Isso teria mudado alguma coisa em mim?
Existem acontecimentos-chave que, se dependendo de sua realização, alteram o que somos? Ainda que seja tontaria, como uma dança de crianças?
Kundera tem razão: a vida é só um esboço sem quadro…
E eu, até hoje, não aprendi a dançar…
Seria eu uma eximía dançarina se tivesse dito sim?
"Nunca se pode saber o que se deve querer, pois só se tem uma vida e não se pode nem compará-la com as vidas anteriores, nem corrigi-la nas vidas posteriores. Não existe meio de verificar qual é a decisão acertada, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um actor entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É isso que leva a vida a parecer sempre um esboço. No entanto, mesmo esboço não é a palavra certa, pois um esboço é sempre o projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a nossa vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro."
segunda-feira, 7 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Comecei pela Atalaia! Uma banhoca na piscina e grelhados no jardim! Du best! Segunda-feira, lá estarei outra vez! E desta vez, para ficar!
Acabei na cidade do Castelo Encantado! Tomar! Cidade cada vez mais composta, cada vez mais bonita!
Revi caras que não via há tanto tempo! Saliento duas: A Mariana, que já não via pelo menos há catorze anos: um António, uma Margarida e outra criança a caminho!; O Rui, já devem ter passado uns oito anos! Também já tem dois filhos, ele com nove e ela com seis! Já tenho encontro marcado com eles no café Paraíso, segunda às seis da tarde!
E sabem o que me soube melhor? Sentimo-nos como se tivessemos estado lá, ontem, às seis da tarde! Acho que é isto que nos mostra que as amizades são sentidas, sem tempo nem distância!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
As amizades são feitas de bocadinhos. Bocadinhos de tempo que vivemos com cada pessoa. Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro.
Há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola; outras de saídas, cinemas, diversões; há ainda aquelas que nascem nem sabemos bem de quê, mas que estão sempre presentes. Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação. Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails ou blogs e essas não são menos importantes. São as famosas "amizades virtuais". Diferentes podem ser, mas não menos importantes. Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos etiquetá-las. Há amizades profundas que são criadas assim.
Saint-Exupéry disse: "Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a fez tão importante".
E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz desse amigo alguém tão importante. Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido. São lembranças para cinco minuto depois ou anos até. Um amigo torna-se importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudades e nesse instante trazer o outro para bem juntinho de nós. Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras. O importante é saber aproveitar ao máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
Susana Maria, no nosso caso, acho que nem vai valer a pena fechar o baú!... Gastaria depressa a fechadura, de tanto o abrir... As saudades que vou ter...
segunda-feira, 23 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Tóne - Episódio Final
Gaitinhas - E esconde lá as flores, para não parecermos uns tóininhos, ó Pintas!
Pintas Malaico - Aonde? Aonde?
Gaitinhas - Nos abismos do mar, ó deficiente!
Tóne - Mete lá essas coisas atrás das costas, Pintas!...
Coisinho - Nada a declarar!
Loiraça do Piercing - Mas de certeza que não nos quer contar nada?
Coisinho - Já vos disse que não me chibo. Nada a declarar!
Grossa da Bunda - Podemos sempre interceder por si...
Coisinho - Já joguei à bola, já toquei bateria, mas nunca denunciei um amigo!
A Outra Gaja Boa - Sabe que assim só piora as coisas...
Coisinho - Não sei de nada...
A Outra Gaja Boa - Mantém que Za, JC e Zmsantos são nomes de código que não lhe dizem nada?...
Coisinho - Quer dizer...
Loiraça do Piercing - Mas dizem ou não dizem?
Coisinho - Pá, eu sei quem são. Mas não tenho nada a haver com essa Organização que mencionaram...
Grossa da Bunda - Pois, tá bem!... Sabe quem são esses, mas não sabe que os Ass a fora são uma organização pior que a Máfia Italiana!...
Coisinho - Nã....
Loiraça do Piercing - Esteja calado, homem!
Grossa da Bunda - Pelo que sabemos, a coisa funciona assim: O zmsantos cria o programa informático.
A Outra Gaja Boa - O Za, usando a contabilidade como fachada, introduz-se nas empresas, sempre ligadas à pesca!
Loiraça do Piercing - O JC, com aquele ar descontraído, de quem não faz mal a uma mosca, é o cabecilha, vai controlando tudo, e dando instrucções aos outros dois!! Adivinhe onde?
Coisinho - Nos abismos do mar? hehehehe!...
A Outra Gaja Boa - A parvoeira é reacção nervosa?
Coisinho - Desculpe...
Loiraça do Piercing - Aqui, neste antro! Ambiente de luz reduzida, musiquinha de fundo e gente com aspecto duvidoso...
Pintas Malaico - A quem se referirá ela, ó Gaitinhas?....
Tóne - Querem calar-se?!?...
Grossa da Bunda - Bem, mantém então a sua declaração... Desconhece a razão do desaparecimento dos rabos de bacalhau? É isso, não é?
Coisinho - Nem mais!
A Outra Gaja Boa - Será então notificado para se apresentar nas nossas instalações , na Av. Conde de Valbom.... Pode ser que perante as provas que temos, reconsidere...
Pintas Malaico - Nós é que as vimos primeiro, mas ele é que é convidado para a festa! Pá, vamos lá correr com ele?!??
Tóne - Esquece lá as gajas! Agarra nas flores e deita-as fora! Eu tenho que preservar a minha tasca!
Gaitinhas - E eu o meu stander!
Pintas Malaico - Não percebo!... E onde é que meto as flores?? Aonde?? Aonde??
Tóne - Cala-te, mamén!....
terça-feira, 17 de junho de 2008
Tóne - Comunicado
Pelo sucedido, apresentamos as nossas mais sinceras desculpas, e prometemos voltar a postar logo que nos seja possível ( ou logo que saibamos se os gajos nos vão ou não brindar com o encerramento da coisa!).
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Tóne - parte III
Tóne - Tou! Gaitinhas! Ouve lá uma coisa... Já saíste de casa?... Ah, tás a chegar... Não, nada, entra lá, estamos na mesa do costume!... Até já...
Pintas Malaico - O gajo que nem pense em galar a gaja da bunda! Nem que eu vá pedir um dragão emprestado a São Jorge! Ele que nem pense!
Tóne - Tá calado e cala-te! Intervalo, please! Deixa-me pensar!! Já não me bastam aquelas gajas histéricas, aos gritinhos parvos, com a merda dos cartazes nas mãos?!?
Gaitinhas - Manos!... Estava a ler um livro sobre a vida de Lenine, mas com miedo que as gajas zarpassem, larguei tudo e vim a correr! Até me esqueci que estava de calções!...
Pintas Malaico - Tás muito bem assim... Sexy!... Fazes-me lembrar uma égua que conheci em tempos!...
Gaitinhas - Cala-te, pá, que tu pelo menos foste às carpas!
Tóne - E fartou-se de arejar as bordas! hehehehehe!!!!
Gaitinhas - "Dá-me os teus olhos, Roger!" Mas que raio de paneleirice é aquela?
Pintas Malaico - Sei lá! Mas que Tá Ká Mines, tá de certeza, e pela maluqueira, umas quantas médias também!
Gaitinhas - Por falar nisso, Ó faxavor! Arranja-me uma dessas coisas com sombrinha, mas com alcool! Até os garanhões precisam de gasoil!
Tóne - Meus, temos de arranjar aqui uma estratégia!! Afinal, como fazemos? Elas são duas, e nós somos mais que as mães!!
Pintas Malaico - É simples, o único bujon em que o Gaitinhas põe a mão, é no de madeira!
Gaitinhas - Mas as carpas também te mamaram o cérebro, foi????....
Tóne - Olha, lá vai ela outra vez atender o telemóvel! Manteiga!!!!!!!!!!!
Pintas Malaico - O piercing é redondo! Ganda cena!
Gaitinhas - Nem no meu tempo de brocas vi Amélia assim! Grossa mas grossa!!
Pintas Malaico - Já te disse: Agarra-te mas é às vassourinhas, que o quartel já está ocupado! Dá-me lume!
Gaitinhas - Já deves é estar com grão na iasa, tu!
Tóne - Tamos safos! A gaja foi mas é buscar outra amiga!!!! Três a três!! Porreiro!























