Um baloiço de cordas
Amarrado naquela àrvore...
Hum!.. Coisas do meu pai...
Hoje, duas saudades:
As mãos do meu pai a empurrarem-me
E a leveza do meu sorriso...
Sorriso de criança apaixonada pelo pai...
Pelo pai que deve estar por aí
A empurrar algum anjo
Num baloiço de cordas de nuvem
Amarradas nas pontinhas de alguma estrela....
Saudades, pai!!!
(... e a culpa é tua, Poeta!...)
8 comentários:
Que lindo, amiga Lua!
Beijo grande
Beijo
Fala-me dessa passagem forte
Desse caminho rasgado no peito
Cantado a direito
Quente e desfeito
A que alguns chamam morte...
Digo-te que o meu é abraço
Um carinhoso amor eterno
Uma espécie de onda ou inferno
Qualquer coisa de Inverno
Como um frio que regressa ao cansaço...
Diz-me da infância e da memória
Da passagem doce do embalo
Desta dor que não calo
Do segredo sem intervalo
Com que se pinta a tua história...
Falo-te de cada canto de mim
Poema feito maré em tempestade
Pequeno sabor a eternidade
Fogo que deixo arder à vontade
Porque a morte pode não ser um fim!
Que terá o Outono, ou este Outubro, a ver com a saudade? Este é o quarto blogue que vejo hoje e que fala em saudade...
Beijos
(porque depois do PB não há outras palavras...)
Já estou como a Maria ... o menino PB a querer "levar" as palavras todas com ele ...
Lua, neste teu post encontro duas semelhanças comigo: o que adorava andar de baloiço quando era miúda (passava horas neles !!) e a paixao desmedida que sinto pelo meu pai.
Uma "bjôca graaaande prá krida" ;)
PS: Just for the record ... a palavra de verificaçao que me saiu é ... GRANDA ... e eu acrescento granda LUA !!!
Saudades que não morrem. Vamos ter saudades do futuro.
Beijo, Lua amiga.
Bem vinda! Já não te ouvia à uns tempos! Como tas tu miga?
Ana
O Outono é a estação das multicores. não creio que outra estação do ano se lhe compare..
abraço
Enviar um comentário